Desassociar do Problema – Um Princípio para a Mudança

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Quando criança costumava ouvir um ditado popular “quem nasceu tatu tem que morrer cavando”. Não entendia direito o que aquela frase queria dizer, mas ela me intrigava.

Mesmo na minha ingenuidade infantil, não concordava com o que ouvia. Deixava a fantasia funcionar e imaginava tatus de asas que podiam voar ao invés de cavar.

Porém, muitas pessoas quando estão envolvidas com sentimentos e situações difíceis, ao invés de criarem alternativas para sair do buraco fazem igual aos tatus e afundam cada vez mais profundo.

O primeiro ponto para sair de uma situação caótica é conseguir olhar de fora dela, se distanciar do problema para encontrar alternativas possíveis, imaginar saídas, focar nas soluções.

Existem algumas perguntas básicas que podemos fazer que nos colocam em outro espaço perspectivo. Vamos desenhar em nossas mentes essa possibilidade de se ver de fora.

Os problemas são considerados como tais porque existe em sua natureza uma complexidade para resolvê-los. Mas o que torna um problema sem solução é quando ele está associado a sentimentos e sensações que os limitam.

O rancor, o medo, a tristeza quando em excesso, fazem com que as pessoas fiquem patinando no mesmo lugar e ao invés de caminhar na direção da solução, ficam congeladas e por isso repetem os mesmos erros.

Para sair do buraco é preciso parar de cavar. Para sair de uma situação difícil, seja ela financeira, relacionamento amoroso, dificuldade na empresa, etc, o ponto de partida é parar de fazer o que está fazendo e focar na solução ao invés de continuar mergulhado no problema e se culpando por estar ali.

Se existe um problema significa que algo precisa ser resolvido. A dificuldade está associada ao que está acontecendo agora, mas não está no futuro. O que está por acontecer depende justamente do modo como lidamos com as coisas que acontecem no presente.

Existe uma situação atual onde nos encontramos agora e um cenário onde queremos chegar (o ideal de como queremos que seja no futuro quando tudo tiver resolvido). A mudança começa quando conseguimos enxergar que onde estamos é bem diferente de onde queremos chegar. `

Nós não somos nossos problemas, nem nossos sentimentos negativos. Por trás dos sentimentos limitadores que geram dor, como as angústias e inseguranças, existem intenções positivas. Por mais complicada que a situação vivenciada no presente possa parecer ela não é o todo do indivíduo, é uma parte do sujeito e tem solução.

Conseguir ver a situação estando de fora do problema, não significa a garantia da solução, mas com certeza, é estar de braços abertos para ela. Com disciplina e passo a passo o desejado se tornará presente.

No vídeo abaixo, ofereço um exercício pra lidar com esses sentimentos limitadores.

Exercício da focalização:

 

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